Para começar, na minha opinião, a única coisa que difere entre um e outro tipo de união é o objecto da imagem e a papelada. Eu acho que duas pessoas que gostem uma da outra e que queiram partilhar a sua vida uma com a outra, o podem fazer perfeitamente numa união de facto. A ligação que se cria entre os dois não vai ser alterada (pelo menos não para melhor) por causa da burocracia, ou da benção, se for caso disso.Ora bem, duas pessoas podem viver juntas, partilhar o dia a dia, quer para o bem, quer para o menos bem, serem felizes, se quiserem, terem filhos, sem haver a pressão do casamento, do papel, do facto de haver um compromisso assumido perante toda a sociedade e o sistema cívil.
Depois se tudo isto der certo, tudo bem, senão cada um vai à sua vida, sem mais complicações e sem ter que dar justificações a ninguém!
O casamento só contribui para arrastar situações já há muito acabadas, sem trazer felicidade para nenhuma das partes.
Em suma, o mais importante são os sentimantos entre o casal e se existe de facto algo de profundo e intenso, para quê complicar?




