Mal chegam os primeiros raios de sol a este país à beira mar plantado, é ver começar a nascer festivais de verão de norte a sul do país e nas ilhas. Existem cartazes com as mais variadas etiologias musicais, com bandas vindas um pouco de toda a Europa, pelo menos, mas alguns também de fora do velhinho continente.
No meu ponto de vista o facto de haver cada vez mais festivais só pode ser positivo, por várias razões. Primeiro é mais uma possibilidade de xegar a um maior número de pessoas;também é uma forma de explorar o país e descobrir sítios com muito potêncial, que de outra forma talvez não fossem conhecidos; é uma forma de convivio e diversão para todos quantos frequentam estes eventos; e por último, mas bastante importante, é dar a conhecer novas bandas, novos ritmos, sonoridades e conceitos de espetáculos.
No entanto, penso que com a crise que estamos a atravessar, os cartazes contam menos com grandes nomes a nível internacional, correndo o risco de se tornar um pouco menos atractivo, mas daí advem um grande benefício para as bandas em início de carreira, principalmente as portuguesas, que acabam por estar mais presentes, provando que cá dentro também se faz música com muita qualidade, aproveitando para se darem a conhecer.